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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Black Swan - Cisne Negro

Do Diretor Darren Aronofsky (Requein for a Drean ), Cisne Negro é sem sombra de duvidas o filme de drama/suspense mais intenso que via a muito tempo.

Sinopse:

Cisne Negro é um thriller psicológico ambientado no mundo do balé da Cidade de Nova York. Natalie Portman (V de Vingança )interpreta uma bailarina de destaque que se encontra presa a uma teia de intrigas e competição com uma nova rival interpreta por Mila Kunis( O Livro de Eli ).  Cisne Negro faz uma viagem emocionante e às vezes aterrorizante à psique de uma jovem bailarina, cujo papel principal como a Rainha dos Cisnes acaba sendo uma peça fundamental para que ela se torne uma dançarina assustadoramente perfeita.

Um drama psicológico caracteristico de Darren Aronofsky, estética noir, nada de ambientes abertos, luz do sol ou ao menos uma corzinha só no figurino... tudo preto e cinza, como a alma de nossa protagonista Nina.

Quem é Nina?

Nina é uma bailarina determinada a atingir a perfeição, diciplinada e invariavelmente insegura, a principio vemos em Nina, uma pureza quase "Sandy" (me perdoem a comparação) mas logo após o 1º turnim point, vemos uma fera com sede de poder a qualquer preço. Começamos a ver uma maniaca depressiva que odeia sua vida e tem paranóia pela perfeição.

Em contra partida, temos a nossa "vilã" Lily, forte, determinada, indiciplinada e irresistivelmente sexy. Com seu jeitinho "Bad girl" e com um quê de "Lolita" Lily desperta em Nina um universo inteiro de conturbações.

Mais que um filme de suspense, Cisne Negro (sitando o Vitor Stefano): 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
"Ele é um conturbador mental, impossibilitando qualquer distânciamento dos sentimentos
aflorados e corrompidos pelas imagens, diálogos e trilha sonora.
É a história real de um mundo que nos força a ser perfeito e, 
à toda custa, atingir os objetivos traçados por uma sociedade 
consumista de escremento e derrotas dos concorrentes"
.
A mente de Nina está enegrecendo, necrosando o resto do corpo, destroçando a alma e destruindo seus sonhos, sua mãe perturbada contribui ainda mais para esse pesadelo aumentar.Nina se auto flagela como castigo para a não-perfeição..

. Nina só queria finalmente atingir o ápice, aparecer, ser alguém. 
E para ser alguém no ballet (e na vida), 
só muita perseverança, despertar cedo e ter muito talento.
Mas era a vez de Nina, mesmo com todos os fantasmas que a rodam, 
seja as concorrentes, as amigas, o professor ou mesmo a mãe
, bailarina frustrada. A vida não é nada fácil para Nina. 
Além de todos esses fantasmas, há ela. Nunca percebemos, 
mas sempre o maior inimigo é você mesmo.
(Sitando Vitor Stefano novamente) 











"EXTRAORDINÁRIO"

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

começo, meio e fim... (Arnaldo Jabor)

Recebi por email esse texto do Arnaldo Jabor.
Concordo com ele em muitas partes por isso resolvi posta-lo.




Sempre acho que namoro, casamento e  romance tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida...
Detesto quando escuto aquela conversa:
'Ah, terminei o namoro... '
'Nossa! quanto tempo?'
'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'
É não deu... '
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo,
como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico
que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona. ..
Acho que o beijo é importante.. . E se o beijo bate... Se joga... Senão bate...
Mais um Martini, por favor... E vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer. 


Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos,
mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro,
recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar,
seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. 


Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar.
Ou se apaixonar.
Ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil? 


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Vamos Salvar o Cine Belas Artes

 O Cine Belas Artes precisa da ajuda de todos, por isso estou divulgando aqui no BLOG a publicação de um outro blog, do http://sindicatodoscinefilos.wordpress.com/
Segue a baixo o texto na integra:


Paulistanos, não deixem o Cine Belas Artes fechar! Um dos poucos cinemas de rua que ainda existem na cidade!

O espaço, localizado na esquina da Av.Consolação com a Paulista, perdeu o patrocínio do banco HSBC em março deste ano. Os proprietários estão atrás de um novo patrocinador, mas ainda não obtiveram sucesso. O Cine Belas Artes existe há 43 anos e faz parte do cenário cultural de São Paulo desde então
Sigam no Twitter, divulguem em seus blogs, espalhem por aí! O Belas Artes é cara de São Paulo e não pode fechar!
Veja abaixo alguns links relacionados com o assunto:
Twitter do Cine Belas Artes:
https://twitter.com/belasartescine
Campanha “Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo” mobiliza restaurantes paulistanos
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/noticias/984-campanha-salve-o-belas-artes-tudo-pode-dar-certo-mobiliza-restaurantes-paulistanos
PATROCINE O CINEMA BELAS ARTES!
http://patrocineocinemabelasartes.blogspot.com/
Não deixe o Belas Artes fechar
http://catracalivre.folha.uol.com.br/2010/06/nao-deixe-o-belas-artes-fechar/
Esse post faz parte da Campanha Salve o Belas Artes.

FONTE:http://sindicatodoscinefilos.wordpress.com/2010/07/05/salve-o-belas-artes/

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nos Olhos Da Esperança

Agenda cultural_


Documentário 'Nos olhos da esperança' debate a criminalização da pobreza


Publicado em: 04/08/2010


O documentário 'Nos olhos da esperança' produzidos por alunos de  Rádio e TV do Centro Universitário Monte Serrat retrata uma história real e intensa de uma família de Praia Grande que tem o filho preso como suspeito do arrastão de 2008. Vídeo debate a criminalização da pobreza no Brasil

Ailton Martins, diretor do documentário, explica que o projeto surgiu de um dos integrantes do grupo de trabalho que conheceu a história por meio de familiares que conhecem a mãe do rapaz. "O grupo pesquisou sobre o caso junto à família e com o advogado que concedeu todo o processo e orientou sobre as arbitrariedades do caso. Com isso foi decidido construir um documentário com o objetivo de retratar os impactos gerados a família, e através disso discutir a criminalização da pobreza existente no Brasil".

O nome do documentário 'Nos olhos da esperança' é parte textual de uma carta que Jânio Nascimento da Silva enviou da prisão para sua mãe. "Achamos o nome totalmente adequado ao sentimento que a família estava imersa naqueles dias de dor, onde somente a fé e a esperança os mantinham firmes para continuarem vivendo. Além disso, era um nome qual não partiu de uma visão nossa, mas era uma perfeita representação da realidade vivida por eles", explica.

O documentário foi gravado em 2009 como trabalho de conclusão de curso (TCCC) de alunos de Rádio e TV do Centro Universitário Monte Serrat. As gravações aconteceram durante os meses de agosto e setembro, a edição e a finalização em outubro e novembro. A apresentação foi realizado no dia 31 de novembro de 2009.
Ficha técnica
Direção e roteiro: Ailton Martins
Assistente de direção: Jessica Sardinha
Produção executiva: Ayesca Carrião
Assistente de produção: Franciele Beatris
Câmeras: Felipe Trindade e Jessica Sardinha
Direção de fotografia: Felipe Trindade
Som direto: Ayesca Carrião
Edição e finalização: Felipe Trindade

Mais informações no blog 'Nos olhos da esperança' como: as considerações, de onde surgiu o nome, nosso recorte e posição ética, a representação da familia.
Trecho do caso da família Silva
No dia vinte e três de novembro de 2008, Jânio Nascimento da Silva de vinte anos morador da cidade de Praia Grande foi preso por policiais na orla da praia. Os policiais que o abordaram justificaram o ato prisão dizendo que ele era um dos integrantes de um arrastão que havia acontecido algumas horas antes e foi identificado pelo sistema de monitoria de Praia Grande. Jânio disse para os policiais que estava acontecendo um engano. Duas senhoras que o conheciam e que estavam com ele, também tentaram argumentar com os policiais. No entanto, eles disseram que não poderiam fazer nada. Algemaram e o levaram para um posto de bombeiros para reconhecimento perante as vítimas e as testemunhas, depois o encaminhou a delegacia.

Na delegacia Jânio foi acusado de formação de quadrilha, corrupção de menor e roubo qualificado. No entanto, nenhuma vítima o reconheceu, Jânio não aparece nas gravações do sistema de monitoria de Praia Grande e mais, dois guarda-vidas que viram o arrastão e tentaram ajudar uma mulher que estava sendo assaltada, também não o reconheceram. Neste dia a polícia também levou outros menores que a monitoria indicou como participantes do arrastão. Todos esses menores foram reconhecidos, menos Jânio. Mas, mesmo assim foi lavrado um boletim em que Jânio é supostamente acusado de o responsável pelos delitos, por ser maior de idade, enquanto os outros eram menores de idade.

O pai de Jânio, Francisco Elias da Silva, ao saber da prisão foi à delegacia atrás do filho. Na delegacia disseram que não havia ninguém com o nome de Jânio preso. Rodando de uma delegacia a outra sem encontrar o filho, Francisco pediu ajuda para um amigo que era policial no Guarujá. Por fim, este amigo conseguiu a informação sobre onde estava Jânio. Disse que ele estava num corpo de bombeiros sendo identificado pelas vítimas e depois seria levado para a Delegacia de Polícia de Praia Grande da Vila Tupy. Quando chegou a delegacia novamente, Francisco tentou falar com a delegada Roberta Losada Correia, que não quis o receber, até que um policial disse que Jânio já estava no DP, mas que ele não veria o filho, pois o filho era maior de idade e responderia pelos atos. Francisco indagou que era o pai e que exigia ver o filho, mas o policial respondeu que ele agradecesse pelo filho estar vivo em vez de reclamar, depois do que ele fez, a polícia deveria ter o matado. Naquele dia Francisco voltou para casa sem ver o filho.


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Homenagem ao Dia Mundial do Rock

Como muitos sabem, amanhã, dia 13 de julho é o dia mundial do Rock. Mas poucos sabem de fato como ele surgiu.

Encontrei hoje através do Twitter, um post muito bacana que foi publicado no site Comotudofunciona.

Segue abaixo uma edição minimizada do que está no site. (que está bem mais completo e vale a pena conferir)


Os verdadeiros pais do rock

Caso o rock não seja realmente o filho pródigo do Diabo, ele tem inúmeros pais e diferentes datas de nascimento. A única certeza é sobre o seu local de concepção, gestação e parto: o sul dos Estados Unidos da América.
Uma das versões para o nascimento do rock diz que ele surgiu oficialmente com “(We’re Gonna) Rock Around the Clock”, gravada por Bill Halley & His Comets, em 1954, e escrita por compositores veteranos do Tin Pan Alley, distrito de Nova Iorque que reunia os escritórios dos compositores e editores de música e entretenimento.
A canção, que somente se tornaria um sucesso no ano seguinte, ao se transformar na canção-tema do filme “Sementes da Violência” (Blackboard Jungle, dirigido por Richard Brooks, 1955), era um autêntico rock'n'roll feito para brancos.
Mas três anos antes da gravação de “(We’re Gonna) Rock Around the Clock”, o Dominoes, o mais famoso grupo negro dos Estados Unidos na época, lançou “Sixty Minute Man”. Segundo o escritor e historiador Nick Tosches, este foi o primeiro disco realmente de rock'n'roll a entrar nas paradas de sucesso. Na verdade, desde os anos 40 a música popular negra norte-americana já se aproximava do rock'n'roll. Outro disco de autêntico rock lançado por um grupo negro em 1951, portanto três anos antes do rock branco de Bill Halley, foi “Rocket 88”, pela banda de Ike Turner. Mas tanto para o Dominoes quanto para Ike Turner, e tantos outros negros que já faziam rock’n’roll nos Estados Unidos, a cor da pele era um obstáculo para serem reconhecidos e conquistarem o mercado dominado por uma cultura branca e preconceituosa.
No entanto, tudo começaria a mudar em 5 de julho de 1954. Para muitos, esta é a verdadeira data do nascimento do rock. 
Nesse dia, Elvis Presley fez a sua primeira gravação profissional. Nos estúdios da Sun Records, em Memphis (EUA), o produtor Sam Phillips ouviu na voz do jovem cantor branco de 19 anos algo finalmente diferente. Duas semanas depois sairia o primeiro disco do futuro rei do rock com as canções “That’s All Right” e “Blue Moon of Kentucky”. Elvis conseguia aproximar as culturas negras e brancas, com sua voz, seu rebolado, seu estilo e suas influências do blues, do country e do Gospel.
Assim, o rock nasceu verdadeiramente em algum momento entre 1951 e 1954. Mas até chegar lá, houve um longo processo de gestação que começou na virada do século 19 para o 20, com os primeiros acordes do jazz de Nova Orleans e do blues do Delta do Mississipi. Nick Tosches mostra que o termo rock’n’roll começou a ser empregado na década de 20 em alguns blues com uma conotação claramente sexual, como na gravação do Southern Quartet para “My Man Rocks Me (With One Steady Roll)” – algo como “Meu Homem me Balança (Com um Ritmo Forte). Nas décadas seguintes o uso do termo como metáfora sexual ou como um ritmo sensual se espalhou e tornou-se popular entre os negros norte-americanos e comum nas canções de blues, jazz e jump-blues. Paralelamente, a música country começou também a caminhar em direção ao rock’n’roll. No começo dos anos 50, todos esses gêneros por diferentes caminhos já haviam se entrelaçado e constituído um novo e poderoso estilo na música popular.
O nome rock’n’roll, apesar de já conhecido entre os negros, somente se tornaria popular a partir do programa noturno de rádio “Moondog Rock and Roll Party”, do radialista Alan Freed, transmitido a partir de 1952, primeiro de Cleveland e depois de Nova Iorque.
Quando Freed transmitiu seu primeiro programa, os Estados Unidos, e depois os países sob a influência deste, eram terreno fértil para o novo ritmo. Além de dançante e sensual, o rock era rebelde o suficiente para agradar a uma nova classe de consumidores que emergia com a expansão econômica americana: os adolescentes. Os ganhos tecnológicos e econômicos logo após o fim da Segunda Guerra Mundial provocaram uma euforia consumista, que contagiou os adolescentes e os colocou na condição de consumidores de entretenimento, moda e artes.
Um pouco mais à frente, eles seriam também produtores nessas áreas. A adolescência constituiu-se então como um fenômeno cultural, identificada com a contestação dos valores dominantes, com o questionamento das autoridades dos pais e das instituições (família, escola, religião etc) e com a busca da liberdade em todos os campos, no amor, no sexo, na linguagem, no trabalho. O rock era perfeito como trilha sonora para a adolescência. Ele era profano, sensual, rebelde e provocativo o bastante para expressar todas as aspirações da juventude.

Para se aprofundar mais, acesse :http://lazer.hsw.uol.com.br/rock1.htm
E para os apreciadores do Rock Nacional: http://lazer.hsw.uol.com.br/melhores-rocks-nacionais.htm

E VIVA O ROCK N ROLL!!!

domingo, 30 de agosto de 2009

Across The Universe


Acabo de Assistir "Across the universe"Puxa vida, que filme.

Across the universe é um filme sobre Paz, amor, Luta e Ideais.

Passa-se no final da decada de 60 e vai até meados de 70.

A história tem como personagem principal as canções dos Beatles
que ao longo de toda a trajetória do filme é pano de fundo e traz ao mesmo
tempo um sentido unico para cada cena.

As musicas são lindamente interpretadas por atores/cantores desconhecidos (com exeção do
Joe Coquer e do Bono )
Os toques de psicodelia da fotografia e edição dão um toque ainda mais apaixonante para
a produção.

nós, enquanto espectadores, nos enchemos de nostalgia, mesmo os que como eu não estavam
na terra nessa época, mas todo o enredo e as histórias aparentemente desconexas que
acabam por se fundir no entremeio do enredo, trazendo ao espectador o maior sentimento
que o filme relata. A LUTA!



Cada um nesse mundo tem um proposito, uma paixão, uma missão a ser cumprida. Todos sentimos isso dentro de nós, mas poucos tem a sorte e a coragem de ouvir esse chamado e correr atras.



Esse filme fala da luta interna de cada um, numa aura que mistura a beleza do movimento
hippie e os horrores do Vietnã, mostra que todos temos as nossas lutas interiores
até os que pensam não a ter , como o caso do personagem Judy (Jim Sturgess),acabam por descobrir algo
de novo e unico dentro de si e assim passa a explorar um mundo onde as coisas
fazem mais sentido...

Parabéns a Julie Taymor pelo script e direção dessa verdadeira obra prima!