quarta-feira, 30 de junho de 2010

RÉQUIEM PARA A SALA DE AULA

 
Hoje posto aqui um texto do meu amigo James Pizarro, um texto para refletirmos sobre o ensino e as suas metodologias. Para olharmos para tras e enxergarmos que no passado a escola era mais atuante na formação de carater e na passagem de conhecimento. Pensarmos que talvez os moldes atuais de ensino alienem mais do que agregam.
Obrigada James por esse texto maravilhoso!
 
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                                              RÉQUIEM PARA A SALA DE AULA

 

                                                                                                  JAMES PIZARRO
                                                                                                  www.professorpizarro.blogspot.com
 
 
                                                               
Minha Nossa Senhora do Giz Perdido !

Valei-nos a padroeira criada, beatificada e canonizada por mim para proteger a classe em extinção dos professores que sabiam dar aulas apenas com seu talento e giz ! Entre os quais, modestamente me incluo, já que me obrigaram a parar de dar aulas mediante ameaça de perder certas vantangens salariais.

Em pleno gozo das minhas faculdades mentais, com memória privilegiada, senhor do conteúdo básico da minha disciplina e me atualizando diariamente, com facilidade de fazer relação e obter confiança dos alunos…fui praticamente enxotado depois de 40 anos de dar aula sem fichinhas e sem usar transparências para não ver a cara dos alunos bocejando.
Não se pense que sou contra as tecnologias em prol do ensino. Não mesmo ! Eu próprio sou viciado em computação e internet.
Mas se dar aula com a presença do aluno já é difícil, imagine-se dar aula à distância.

Aula dita presencial requer professor com talento, empatia, compreensão, bom humor, criatividade, dominio absoluto do conteúdo e mais : o aluno tem de perceber desde o primeiro momento que o mestre ADORA O QUE ESTÁ FAZENDO ! Que não está ali por acidente, por obrigação ou só para defender uma grana.

Agora – com a ausência de vocações para o magistério – inventam esta picaretagem e querem me fazer crer que é possível educar e dar aula à distância.

No lugar dos professores certamente vão baixar entidades do astral e,via mediúnica do computador, vai haver transmissão direta de conhecimentos para a rebimboca da parafuseta do cérebro do aluno.
Ao invés de universidades, centros espiritualistas.
E no lugar dos bons livros clássicos de cada disciplina, fluidos ectoplasmáticos serão injetados na cabeça do aluno, onde irão de misturar ao rock e à cerveja, quando não à maconha.

Que maravilha !
Jamais pensei assistir ao enterro da sala de aula.
Ao féretro da cultura.

Meus bisnetos, certamente, ainda assistirão o incêndio monumental das bibliotecas e das obras de arte. E os alunos obterão orgasmos com chips estrategicamente colocados no corpo.
Graças a Deus, eu já terei morrido.


AUTORIZO A PUBLICAÇÃO EM JORNAIS E BLOGS, LEITURA EM RÁDIOS E QUALQUER OUTRO TIPO DE REPRODUÇÃO.  Prof. James Pizarro

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 Fonte:
http://www.professorpizarro.blogspot.com

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Rauzito, Eterno

Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989) foi um cantor, compositor, produtor e músico brasileiro, é considerado por muitos o maior representante do rock brasileiro.

(Wikipédia)

Raul Seixas, para mim, sua humilde fâ, era muito mais do que cantor, produtor, compositor e musico brasileiro.
Raul Seixas é sinonimo de idealismo, fé e fidelidade aos seus principios.
Hoje. dia 28 de Junho de 2010 Raul completaria 65 anos de vida. Não sei se por conhecidencia, Raul nasceu nos famosos 1945. Onde acabara a 2º guerra mundial, nasceu em meio a uma época conturbada e foi adolescente da ditadura militar, talvez por isso seu sentimento revolucionário.

Mas mais que isso, Raul Seixas foi um profetizador de seus ideais, ele poderia ter se mostrado ao mundo de várias formas, mas ele escolheu a arte para fazer-se ouvir!

Durante os seus anos de sucesso em vida, ele estudou sobre muita coisa. Nunca se deixou levar pela cabeça dos outros e sobretudo, propagava com veemencia as suas verdades.


Por isso ele se tornou imortal. Raul morreu em 1989 quando eu tinha apenas 03 anos de vida.




Raul tem uma legião de fâs até os dias de hoje, que choram e gritam ao ouvir suas musicas.
Que cantam em coro nos bares do Brasil, e que sentem que tem mais verdades naquelas letras, do que em uma vida inteira.
Muitas vezes não sabemos ao certo porque as letras dele mexem tanto.
Talvez seja porque ela mexem diretamente com nossas almas.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Viajo porque preciso, volto porque te amo

Essa á a coqueluxe do momento " VIAJO PORQUE PRECISO, VOLTO POR QUE TE AMO" é a nova  sensação do cinema nacional:
 Estou louca para ver: Assim que assisti-lo posto meu comentário. Enquanto isso algumas info. sobre essa revelação do cinema nacional ♫

SINOPSE:

Recém-separado da mulher, o geólogo José Renato é enviado para realizar uma pesquisa de campo em que terá que atravessar todo o sertão nordestino. O objetivo é avaliar o possível percurso de um canal que será construído a partir do desvio das águas do único rio caudaloso da região. Para muitos dos habitantes, o canal será uma solução, uma possibilidade de futuro e esperança. Mas para aqueles que moram próximo ao novo canal, ele significa desapropriação, partida, perda. Muitos lugares por onde José Renato passa serão submersos; muitas famílias que ele encontra serão removidas. O geólogo começa a se identificar com o vazio, o abandono e o isolamento dos locais por onde passa.



diretor
Marcelo Gomes, Karim Aïnouz
roteiro
Marcelo Gomes, Karim Aïnouz
fotografia
Heloísa Passos
montagem
Karen Harley
música
Chambaril
elenco
Irandhir Santos
produtor
João Vieira Jr., Daniela Capelato
produtora
Rec Produtores Associados e Daniela Capelato
75 minutos
color, digital
 
MARCELO GOMES Nasceu em Pernambuco e estudou Cinema na Universidade de Bristol, Inglaterra. Dirigiu os curtas Maracatu, Maracatus (1995) e Clandestina Felicidade (1998), que retrata a infância da escritora Clarice Lispector. Assinou o roteiro do curta Tempo de Ira (27ª Mostra) e foi corroteirista de Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz. Seu primeiro longa como diretor, Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), venceu os Prêmios do Júri e da Crítica na 29ª Mostra). Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo foi exibido na mostra Horizontes do Festival de Veneza em 2009. KARIM AÏNOUZ Nasceu em 1966, em Fortaleza, Ceará. Formou-se em Arquitetura pela Universidade de Brasília e em Teoria do Cinema pela Universidade de Nova York. No começo dos anos 1990, trabalhou nos Estados Unidos como assistente de direção e montador de filmes como Veneno (1991), de Todd Haynes, Swoon – Colapso do Desejo (1992; 16ª Mostra), de Tom Kalin, e Postcards from America – Letter Home from Vietnam (1993), de Steve McLean. Realizou curtas-metragens e documentários, e co-assinou o roteiro de Abril Despedaçado (2001), de Walter Salles. Em 2002, estreou como diretor de longa com Madame Satã, que conquistou o Prêmio Especial do Júri na 26ª Mostra. Participou da 29ª Mostra como corroteirista dos filmes Cidade Baixa (2005), de Sérgio Machado, e Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes. Em 2006, dirigiu O Céu de Suely, seu segundo longa. Em 2008, em parceria com Machado, dirigiu a minissérie Alice para a HBO. 

A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E COMUNICAÇÃO NA INTERNET




TEXTO COPIADO INTEGRALMENTE DO SITE DA UNICAMP





1. Disposições gerais




A liberdade genérica de comunicação e expressão é tema pacificamente consagrado pelo direito, nos mais elevados círculos internacionais.
A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em seu artigo 11, já dispunha pela sua garantia:
"Art. 11. A livre comunicação das idéias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei".








Da mesma forma, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, no artigo XIX:

"Artigo XIX
Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras." (destacado do original).








A tentativa de cercear a expressão alheia, e sua comunicação, nos traz a lembrança dos senhores feudais ingleses, no século XIII, que puniam trovadores e inventadores de contos quando estes lhes provocavam.
A mais desagradável das lembranças é a de Galileu, que envelheceu na prisão da inquisição por "haver pensado em astronomia diversamente de quanto o teriam os censores franciscanos e dominicanos", divulgando suas conclusões. Dentre os sobreviventes, o caso de Galileu é um dos mais infelizes registros de cerceamento à liberdade de expressão e comunicação da história da humanidade.
No Brasil, essa garantia é vigente desde a primeira Constituição, e está atualmente consagrada pela Magna Carta, especificamente nos seguintes dispositivos:

"Art. 5o. ..........
..........
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
.........IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;..........
XIV - é assegurado a todos o acesso à informação....;
........."Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 1. Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5., IV, V, X, XIII e XIV.
§ 2. É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística." (destacado do original).








Da mesma forma ocorre no plano legal, através da Lei 5.250/67, a qual, nesses aspectos, foi recepcionada pelo texto constitucional.
Dispõe seu artigo 1o.:

"Art. 1o. É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de Informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos termos da lei, pelos abusos que cometer."(destacado do original).










Como se pode perceber, estamos diante de um instituto que alude à expressão, à comunicação, à manifestação do pensamento, à sua difusão, à criação e mesmo à informação.

2. Liberdade de expressão e comunicação



O Professor José Afonso da SILVA usa a expressão "liberdade de comunicação", no sentido mais amplo, que abrangeria as demais:

"Nesse sentido, a liberdade de informação compreende a procura, o acesso, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada qual pelos abusos que cometer".










Trata-se, acima de qualquer modelagem, de livre divulgação de idéias, de qualquer forma:

"A liberdade de comunicação consiste num conjunto de direitos, formas, processos e veículos, que possibilitam a coordenação desembaraçada da criação, expressão e difusão do pensamento e da informação".










É uma verdadeira expressão da liberdade humana, como um todo, apontada por FERREIRA:

"1. O direito de manifestação do pensamento. A liberdade humana não se concretizaria na prática se não fosse dado ao homem o direito de liberdade de expressão. Esta liberdade abrange os direitos de manifestação da opinião, de discurso e de imprensa".










O Professor CRETELLA JÚNIOR chega a descrever a comunicação como uma necessidade:

"A necessidade da comunicação humana leva o homem a difundir idéias e opiniões, primeiro, de modo direto, mediante a utilização de recursos primários, depois, com o advento gradativo da técnica, por meio de todos os instrumentos adequados à transmissão da mensagem." (destacado do original).










A principal garantia da liberdade de expressão é a liberdade de imprensa, não havendo dúvida de que seu conceito possa ser ampliado:

"O regime de imprensa aplica-se, então a todas as formas de impressão (livros, periódicos, panfletos) e às diversas formas modernas de difusão do pensamento (rádio e televisão), acrescentando-se, sem dúvida, os espetáculos, notadamente o cinema".










Vale dizer: entre as "diversas formas modernas de difusão do pensamento" está, sem sombra de dúvida, inserta a internet.
Assim, a expressão e a comunicação em geral, sob qualquer forma, são mais do que livres no direito brasileiro. Isso significa poder publicar, nos meios de comunicação ou serviços de telecomunicações, qualquer coisa que se queira. No caso dos veículos de comunicação de massa, há cautelas e restrições estabelecidas nas esferas constitucional, legal e regulamentar, principalmente no tocante à proteção da infância e da juventude. Porém elas - as restrições e cautelas - não incidem sobre a internet, o que vale dizer que nela pode ser veiculada qualquer coisa, independente de seu conteúdo, inclusive a tão discutida pornografia.
Essa conclusão é reforçada por três outros referenciais, além dos já apresentados:
1. A internet é um veículo mundial, e nenhuma proibição ou censura tem tal alcançe; 2. Na internet, a informação, as imagens e os sons não vão em busca das pessoas, pelo contrário, estas partem rumo aos dados, ou seja, uma pessoa, na internet, somente vê o que quer ver, o indivíduo tem total controle sobre a escolha dos atrativos e não há a menor possibilidade de alguém ser pego de surpresa por algo que não desejava encontrar, como frequentemente ocorre na televisão; 3. Ao bater às portas da internet e buscar seu ingresso no ciberespaço, as pessoas estão entrando num mundo norteado por outros referenciais, um dos quais é a ética hacker, segundo a qual a informação quer ser livre, como foi visto no capítulo 4.
Isso não significa dizer que as pessoas não são obrigadas a assumir responsabilidades decorrentes da liberdade garantida. Como se vê pelas diversas disposições apontadas, é vedado o anonimato e as pessoas são responsáveis pelos abusos cometidos.
Não é outro o entendimento do Professor José Afonso da SILVA:

"A liberdade de manifestação do pensamento tem seus ônus, tal como o de o manifestante identificar-se, assumir claramente a autoria do produto do pensamento manifestado, para, em sendo o caso, responder por eventuais danos a terceiros. Daí por que a Constituição veda o anonimato".










Entenda-se a expressão responder como estendida às questões criminais, civis e administrativas.
Ou seja, o mecanismo hábil à redução dos abusos, como pornografia infantil, calúnias e facismo, é a responsabilização, e não a censura, como deve acontecer em uma sociedade regida por pessoas amadurecidas.
A fim de evitar abusos e desencadear responsabilizações pessoais no tocante à tudo aquilo que for divulgado na internet, é positivo, por parte dos exibidores, a introdução de um aviso de conteúdo preliminar a quaisquer informações tidas como polêmicas, principalmente no caso da pornografia.

3. A censura moral na internet




Para finalizar, vamos analizar uma última questio: a exposição de material pornográfico na internet materializa imoralidade pública, ofensiva aos bons costumes, e caracteriza o crime descrito pelo artigo 17 da já citada lei 5.250/67 ?
Veja-se o que diz o dispositivo:

"Art. 17. Ofender a moral pública e os bons costumes:
Pena: Detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa de l (um) a 20 (vinte) salários mínimos da região".








Existe uma série de motivos para acreditarmos que não. Mas o mais consistente deles, do ponto de vista legal, é proveniente interpretação do parágrafo único do artigo 12 da mesma lei:

"Art. 12. Aqueles que, através dos meios de informação e divulgação, praticarem abusos no exercício da liberdade de manifestação do pensamento e informação ficarão sujeitos às penas desta lei e responderão pelos prejuízos que causarem.






Por sua vez, o ítem "3. a)" da norma 004/95, aprovada pela portaria 148/95 do Ministério das Comunicações, apresenta uma definição da internet:

"3. DEFINIÇÕES


Para fins desta Norma são adotadas as definições contidas no Regulamento Geral para a execução da Lei n. 4.117, aprovado pelo Decreto n. 52.026, de 20 de maio de 1963, alterado pelo Decreto n. 97.057, de 10 de novembro de 1988, e ainda as seguintes:

a) Internet: nome genérico que designa o conjunto de redes, os meios de transmissão e comutação, roteadores, equipamentos e protocolos necessários à comunicação entre computadores, bem como o 'software' e os dados contidos nestes computadores;".




Ou seja, a internet não é definida como uma das figuras descritas pelo parágrafo único do artigo 12 da lei citada, hipótese na qual ela simplesmente não incide, independentemente de a internet ser ou não considerada, no plano metajurídico, como um meio de informação e divulgação.
Mas, deixando de lado o aspecto interpretativo das disposições legais, deve-se levar em conta o fato de que impera na internet a vontade do usuário, ou seja, ele vê o que quer, e só o que quer. Admitir qualquer tipo de restrição numa situação de tão forte presença do livre arbítrio significa retroceder no tempo.
A internet é tão passiva, enquanto repositório de informações, quanto uma banca de revistas ou uma biblioteca pública. Isso precisa ficar claro, e devemos tomar cuidado com as críticas feitas por pessoas que não a conhecem. E foi-se o tempo - esperamos - no qual as pessoas exteriorizavam suas preocupações com as preferências alheias naqueles locais, objetivando restringi-las.
A censura, a qualquer título e de qualquer tipo, é simplesmente incabível na internet. Vamos defini-la:

            "Censura é o exame a que determinadas autoridades eclesiásticas ou   governamentais submetem os meios de comunicação humana (livros, jornais, filmes, discursos, sermões, cinema, teatro, rádio, televisão), de acordo com padrões discricionários fixados pelo poder censor dentro de determinados limites, estabelecidos na lei".










É uma definição branda, apresentada por CRETELLA JÚNIOR. Talvez o ilustre Professor aceite, em algumas situações, a censura. Discordamos. Censura não é um mero exame, mas o ato de cercear a liberdade alheia de expressão, informação e comunicação, generalizadamente. E não há limites ou padrões a serem seguidos. Ou há o cerceamento, ou não há. E, frise-se, no caso do Brasil, o único padrão fixado, não legal, mas constitucional, é o seguinte: É VEDADA TODA E QUALQUER CENSURA.
O ciberespaço é um mundo onde ela não existe e não é possível, sendo absolutamente irrelevante a natureza da mensagem analisada, da astronomia à pornografia.
A quem discordar do paradigma, seja no plano institucional, empresarial, orgânico ou pessoal, resta uma abrangente, simplificada e fácil opção: ficar fora da internet. Mas censurar, jamais.
A censura é um lixo social mais nocivo do que a própria pornografia, e, se tivermos que fazer uma escolha entre ambas, devemos ficar com a segunda - embora também seja problemática -, pelo simples fato de que a primeira causou prejuízos infinitamente superiores - e irreparáveis - à evolução da raça humana.
Para concluir, enfatizamos que "grandes batalhas têm sido travadas em prol da liberdade de expressão" e que, como afirmou RICHARDSON, " as grandes lutas pela liberdade de expressão têm sido ganhas não nos tribunais, mas nos meetings de protesto, nos editoriais, nas cartas dirigidas ao congresso, na coragem dos cidadãos".
  Por: Hugo Cesar Hoeschl

FONTE
http://www.rau-tu.unicamp.br/nou-rau/softwarelivre/document/?view=149

quinta-feira, 17 de junho de 2010

CRIME AMBIENTAL

REPORTAGEM TIRADA DO JORNAL DIARIO CATARINENSE
O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO COBRA VIVA, CUJO  O NOME NÃO FOI DIVULGADO NA MATÉRIA ABAIXO É ALEXSANDRO MOSER DE OLIVEIRA




"11 de junho de 2010 |

CRIME AMBIENTAL

Operação resgata aves e serpentes

118 animais estavam famintos e foram entregues para dois zoológicos

Ontem, 59 serpentes foram entregues ao Zoológico de Pomerode e 59 aves ao Zoológico de Penha. Os animais foram resgatados por policiais federais durante uma operação realizada nas cidades de Timbó e Indaial.

Raimundo Barbosa, delegado de Meio Ambiente da Polícia Federal, ficou impressionado com o local onde estavam as cobras, todas jararacas. Ele disse que as serpentes eram mantidas em situação irregular em uma casa abandonada em Indaial que servia como laboratório clandestino e pertence à Ong Cobra Viva. O imóvel não tinha autorização de funcionamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Havia cadáveres dissecados e recipientes com veneno. O delegado afirmou que os animais estavam famintos.

O presidente da Ong Cobra Viva , cujo nome não foi divulgado, foi preso em flagrante por crime ambiental e receptação de animais. Ele foi transferido para o Presídio de Blumenau na terça-feira, dia em que os policiais federais estiveram em Indaial.

Na quarta-feira, os agentes estiveram em Timbó, onde encontraram as aves. O delegado informou que a maioria eram animais silvestres, mas haviam espécies exóticas, o que sugere terem sido contrabandeadas para o Brasil. Fernando Phaiacher assinou um termo circunstanciado e foi liberado depois de prestar depoimento.


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FONTE DA MATÉRIA
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2933130.xml&template=3898.dwt&edition=14871&section=213

FONTE DA FOTO
http://defaced.zone-h.net/defaced/2009/04/01/www.camaraindaial.sc.gov.br/

COMUNIDADE DA ONG.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=11063380

quarta-feira, 9 de junho de 2010

NO SANGUE

O cinema é um vicio,
é uma praga que pega, 
uma sina, uma dor,
um prazer, uma vida!

Quanto mais me envolvo com o Cinema, mais quero me envolver, mais quero e desejo ter
novas experiencias, cada vez mais desafiadoras e atormentadas.
Pois tormento maior é ser apenas mais um ser-humano da massa não-pensante, que se contenta com
um emprego apenas porque ele lhe dá estabilidade financeira.
"A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA, A GENTE QUER COMIDA, DIVERSÃO E ARTE "

Essa é uma maxima que eu preso. Preso pois vem da minha essência, da minha alma de artista.

Sim, eu sou artista, faço arte, respiro arte e consumo arte, não sou nenhuma popstar, mas sou intensa e profunda, vivo minha vida como se vive nas histórias.
Pois todos somos protagonistas das nossas próprias histórias.


A Arte está em todos nós, basta apenas descobrirmos qual arte temos maior sensibilidade.

Minha paixão é o cinema, a produção cultural, não apenas pela boemia, mas também pelas discussões levantadas nesse meio, o cinema me faz crescer, evoluir e a cada dia faz com que eu me sinta mais viva.

E por maior que seja a tormenta eu persistirei, pois o ser-humano não é nada sem seus sonhos, metas e objetivos

Lute por sua paixão, não será facil, mas o gosto doce ao final compensará!