terça-feira, 15 de novembro de 2011

Conan O Barbaro -



Quando criança eu era fanática pelo Arnold Schwarzenegger, fazia meu pai alugar todas as fitas com filmes dele, e ficava até tarde acordada quando ia passar algum lançamento dele na Tela-Quente -Naquela época ele tinha lançamentos quase que anuais - Eu tinha um bonequinho do Conan, que por algum motivo que não sei explicar, ele era "namorado" da minha boneca da Shira (do He-man) mas isso não vem ao caso. E Conan era um dos meus filmes favoritos.
Quando adolescente eu SEMPRE andei com garotos que jogavam Vampiro, D&D, colecionavam Toy Art e Obviamente faziam coleção de Mangá e Quadrinhos, entre tantos, CONAN THE BARBARIAN. E eu sempre lia...


Sendo assim, pode se dizer que sou quase uma perita no assunto Conan, seja n obra original de Robert E. Howard, ou seja na  adaptação para o cinema em 1984 com o Arnold Schwarzenegger, Dirigido por John Millus e Oliver Stone (Platoon) .


Assisti no Cinema o Novo Conan, de 2011, com Jason Momoa e sob a direção de Marcos Nispel ,
ao contrário do que a grande critica tem dito por aí, em primeiro lugar, não vejo o filme como um Remake do  filme de Oliver Stone, tão pouco vi Jason Momoa como um péssimo ator como estão pintando por aí... Ele só foi o CONAN, o Conan é caricato, ele não se expressa direito e ele só tem um objetivo na vida, vingança! Aquele olhar em contra-plongê que ele faz o tempo todo, está desenhado nos quadrinho, talvez o preparador de elenco tenha exagerado um pouco, confesso, mas só fui perceber isso na 2º vez que vi o filme.
Achei todas as cenas de luta do filme maravilhosas, e sobretudo a cena do Conan lutando com aquelas Mumias de Areia enfeitiçadas. E muitos não viram sentido para a Tamara (Rachel Nichols) no enredo... Conan é um épico, é um enredo de "fantasia e espada" e se não houvesse uma "mocinha" com a pureza de um anjo e a teimosia de uma adolescente, não seria um épico, caiu como uma luva, deu leveza a toda aquela sanguinolência escorrendo da espada de Conan, e humanizou o personagem, pois se não houvesse um conflito, se ele fosse 100% vingança, ninguém iria ao cinema ver o filme, iriamos a um matadouro verem cortar carne...
Achei o filme uma boa pedida, apesar de ter falhas estruturais graves, no que se refere a continuidade, cumpriu a proposta.

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